sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

VOCÊ É QUEM VOCÊ PENSA QUE É?


“Mas pela graça de Deus, sou o que sou...”  (Apóstolo Paulo)

Todos os dias lidamos com uma grande variedade de pessoas. Quer seja da família, do trabalho, da escola ou dos demais círculos sociais. Nos encontramos e nos comunicamos com pessoas de todo tipo. Algumas mais alegres, outras mais introvertidas; algumas simpáticas, outras nem tanto e assim vai.

Mas, será que todas estas pessoas são o que realmente pensamos que são? E ainda: Será que elas mesmas têm plena convicção de ser o que querem transparecer ou dizer que são?

A falta de autenticidade, as “camuflagens”, os modismos e as manias de imitar celebridades, acabam gerando o que chamo de “efeito camaleão”, que é um seríssimo problema hoje em dia, e que respinga principalmente nos relacionamentos pessoais. Estes tendem a se tornar superficiais, podendo manter-se por vários anos sob um terrível estado de tensão e de desconfiança, ou sob um manto de cordialidades e amenidades nada sincero.

Muitas famílias se encontraram neste final de ano sob um clima de guerra fria. Bastaria alguém tocar numa ferida aberta, num episódio mal resolvido e o botão da bomba seria acionado!

Podemos conhecer casais aparentemente derretidos de amor, com direito a “benzinho” para lá e pra cá e tudo, tolerando-se sem querer querendo, mais ou menos nos moldes do Sr. E Sra. Smith (do filme). Tais comportamentos são muito mais frequentes em ambientes de trabalho, entre patrões e empregados, chefes e subalternos que vão fingindo que se toleram, que se gostam ou que se apreciam, numa nefasta simbiose onde os interesses mesquinhos é o que dá o tom das relações, nada mais. - pr Aécio

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

ANO NOVO, VIDA NOVA – SERÁ?

Passou a catarse provocada pelas festas de fim de ano, e parece que as coisas estão voltando ao normal – as pessoas idem! Propositadamente esperei passar todo este tempo para escrever sobre o assunto, pra não cair na tentação dos velhos e chatos jargões.

Invariavelmente, durante quase todo o mês de Dezembro muita gente se deixa absorver pelas comemorações, presentes, banquetes, viagens, etc. Juntem-se a todo este aparato os símbolos próprios do Natal e Ano Novo e, então, é de se esperar mesmo que no período das chamadas “festas de fim de ano” que muitos se comportem como se estivessem hipnotizados, atraídos e seduzidos pelas sensações e emoções desencadeadas por este conjunto de coisas. Por fim, e como se tudo isto não bastasse, monta-se um imenso cenário carregado de sons, luzes e cores espalhados pelas ruas, praças, shoppings e casas, que completa o enredo.

Embalados por este efêmero mundo irreal, uma considerável parte das pessoas parece entrar numa espécie de “transe”, se permitindo exagerar no comer, no beber, no comprar, etc.
Há de se observar também que surgem exageros nos comportamentos das pessoas que, de repente, parecem emanar e respirar ares de benevolência e altruísmo em ambientes comumente hostis e desagradáveis – às vezes penso que é só uma trégua temporária, após este tempo os embates e diferenças voltam à tona. Todo mundo sabe, por exemplo, que várias confraternizações entre funcionários de empresas e até mesmo entre familiares representam apenas uma ilha no meio de um mar revolto de inimizades, contendas, rixas e diferenças quase intransponíveis. Entretanto, no fim de cada é comum as pessoas também abrirem concessões pessoais que lhes permitam até fazer de conta que tudo é amizade e solidariedade, não é?!

É nesta época que as pessoas também tendem a prometer céus e terra para si e para os outros. Promessas que vão do “este ano vou perder peso” a “vou dar mais atenção a minha família” é o que não faltam. Entretanto, é quase consenso que boa parte destas promessas não passa de palavras ao vento, de reverberações inócuas e estúpidas.

Mas agora, é hora de “cair a ficha”, de lembrar que a vida continua com toda a sua intensidade.
Penso que a cultura (ou costume) de se apegar a virada de ano pra mudar de vida pode ser algo traiçoeiro. Recuso-me a crer que é necessária uma data específica para agregarmos novos valores ou tomarmos atitudes em direção às mudanças necessárias para nosso próprio bem e dos outros também. Isto pode ser feito hoje, agora!

Não acho nada inteligente atribuir poderes místicos ou mágicos à mudança do calendário. Vida nova não acontece, não vem de bandeja. Vida nova é a gente que provoca; é a gente que faz acontecer em qualquer tempo. Basta querer! – pr Aécio

sábado, 24 de dezembro de 2011

CELEBREMOS A JESUS

A todos os irmãos e amigos, queremos desejar um Natal em Jesus!
Que seja um dia cheio da Sua Graça!

Em poucos dias se calarão os sons das festas, e os presentes serão esquecidos num canto qualquer, mas Ele permanece para sempre!!!

Lembremos também nesse dia que " o reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, e paz, e alegria no Espírito Santo." 
(Rm 14.17).

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

O DISCIPULADO E O DESAPEGO – LUCAS 14.26

Uma das característica mais intrigantes da mensagem de Jesus é a questão do desapego, principalmente em se tratando das coisas que estão intrinsecamente conectadas com nossas relações afetivas e nosso bem estar – dois aspectos altamente complexos e melindrosos. Afinal, convivência familiar e garantia de vida são bens inestimáveis, que nenhuma pessoa em sã consciência pretende sequer arriscar, quanto mais perder
 
Não, sinceramente não creio que Jesus estava colocando os discípulos contra a parede no sentido de que eles fizessem uma escolha absurda do tipo “ou isto ou aquilo”. O que o discurso de Jesus deixa explícita é a necessidade dos discípulos reconhecerem a real dimensão da opção pelo novo e arriscado estilo de vida. Eles precisariam se submeter às “regras” ou “Leis do Reino” de tal forma que isso lhes exigiria uma decisão muito firme. Tal decisão deveria ser suficientenmente segura a ponto de mantê-los inabaláveis na nova fé,  mesmo quando seus entes mais próximos e queridos tentassem demovê-los; ou ainda mesmo que suas vidas fossem ameaçadas. Esta seria, em outras palavras, a prova de fogo que definiria quem era discípulo de fato, e quem não era.

Relativamente ao aspecto das relações familiares, ou afetivas como chamei no início, não é novidade pra ninguém que a opção religiosa pode se tornar um tremendo divisor de águas, quando tradições e paradigmas estabelecidos são alterados. Muitas vezes, pessoas que rompem com os preceitos religiosos comuns ao seu meio familiar, decidindo abraçar uma nova fé, correm no mínimo sérios e reais riscos de ouvirem frases ameaçadoras mais ou menos assim: “Você tem que seguir a religião de seus antepassados!”, “Deus deixou só uma religião, e a nossa é a certa!” ou “Se mudar de religião esquece que tem família!”, e por aí vai. Há lugares, por exemplo, em que é preferível um familiar morto do que convertido a uma fé ou religião diferente ao do restante do clã!

Se o risco de perder ou romper com os vínculos afetivos já é por si só algo que extrapola e desafia nossos sentimentos, o que dizer de perder a própria vida (leia-se também liberdade, identidade, conforto, etc.)?! Pois é, sem rodeios, Jesus diz que “não pode” ser Seu discípulo aquele que não abrir mão de sua própria vida por Ele e por Sua mensagem. Num primeiro momento, esta proposta parece radical demais. Porém, se a examinarmos com um pouco mais de atenção, poderemos observar que é mais simples do que imaginamos, haja vista o consenso de que só nos dispomos a dar nossas vidas por aquilo em que realmente acreditamos de todo coração – há quem perca a vida por coisas e ideais muito menos elevados, então, por quê não perderíamos por Aquele que nos garante a vida eterna?  -  pr Aécio

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

PESSOAS E COISAS

Que as relações humanas em nossos dias estão cada vez mais comprometidas em razão de um fenômeno comportamental batizado informalmente de “coisificação” todo mundo sabe. O que pouca gente sabe, finge não saber ou se esforça por não saber, é que há como evitar, e até reverter mais este flagelo que parece ter nascido do útero da era pós-moderna – época em que se atribui tanto ou mais valor às máquinas e aparelhos, em detrimento às pessoas e aos relacionamentos interpessoais.

Num passado não tão distante, por exemplo, as amizades eram mais calorosas e, digamos, menos interesseiras. Para ser parte do grupo ou da turma há alguns anos não se exigia a aparência X ou Y, nem a posse de um iPod, a última novidade em celular ou a mais nova sensação em Tablet. Naquele tempo até que havia modismos e tendências, mas não tão autoritárias e violentas como hoje em dia, a ponto de fazer com que alguns excluam de suas relações quaisquer possibilidades de amizade com aqueles que não se vestem ou não se comportam como os demais de sua “tribo”.

Outro exemplo, são os tipos de relacionamentos comuns nas redes sociais da internet. O que para muitos é um avanço, para mim é um retrocesso homérico. Ser adicionado na lista de amigos virtuais na mentalidade moderna é sinônimo de aproximação, porém, entendo que em boa parte dos casos pode ser mais um fator de desagregação e distanciamento.

Pessoas que antes encontravam prazer no ato de passar horas batendo papo ou, no velho jargão, “jogando conversa fora” com amigos, parentes e vizinhos, hoje se contentam com os efêmeros “e aí? ... Blz?” do MSN, com uma clicada no “curtir” do Facebook ou com os duvidosos “scraps” no seu Orkut. Para mim, isto está mais para racionamento de amizade do que relacionamento de amizade, não é?! Vale ainda observar que as amizades neste campo além (ou será aquém?) do físico é tão frágil que basta um dia estressante para fingirmos que estamos “ausentes”, “ocupados”, “off line” ou nos desculparmos com frases prontas do tipo “não tive tempo de entrar na net esta semana”, que “o PC estava com vírus e juro que não recebi seu último e-mail”, etc.

Pode parecer ingenuidade, mas acredito que evitaríamos cair na teia da “coisificação” dando mais atenção àquelas pessoas que estão à nossa volta, mostrando real interesse por seus problemas e mostrando que temos prazer em estar com elas. Poderíamos tomar mais chás e cafés juntos; poderíamos almoçar e comer pizza mais frequentemente com familiares e amigos que há muito não sabemos por onde andam. Assim, tiraríamos os olhos do brilho das frias telas e fixaríamos nosso olhar no brilho do olhar dos outros, provavelmente acessando lugares em seus corações aonde a pesquisa do Google não chega!

Penso também que reverter este processo depende de uma decisão pessoal, uma mudança de atitude. Será possível quando as pessoas forem mais importantes que nossas agendas, empregos, cursos e demais ocupações. Quantas vezes, na tentativa de nos esquivarmos daqueles que nos reclamam um pouco atenção usamos nossas agendas como escudo? Outras vezes, achamos que podemos perder o amigo, mas o emprego ou um dia de curso não!

Com um pouco de boa vontade e sensibilidade, em pouco tempo nos (re) condicionaríamos, se abandonarmos este estranho e impiedoso jeito de tratar as pessoas como se fossem coisas e vice-versa. - pr Aécio

terça-feira, 22 de novembro de 2011

DISCÍPULO OU RELIGIOSO?

No domingo anterior iniciei uma série de pregações baseada em Lucas 14.25-35. Esta passagem foca um dos assuntos mais sérios no que tange à vida cristã, que é o discipulado.
Todo mundo sabe que a maioria das igrejas não está nem aí pro assunto. Basta dar uma olhada na qualidade do testemunho de uma grande parcela dos cristãos de hoje pra gente chegar a esta triste conclusão.

Essa é a verdade que incomoda aqueles que são meros religiosos. Estes não passam de visitantes de igrejas aos domingos, ávidos por bênçãos, milagres, festas e eventos atrativos promovidos aqui ou acolá.

Apesar de haver grandes discrepâncias entre um discípulo e um mero religioso, não é tarefa de poucos minutos descobrir entre um e outro. No entanto, se compararmos alguns aspectos simples veremos com nitidez – como naquele jogo onde temos que encontrar os erros entre duas figuras aparentemente iguais. Abaixo, linha a linha estabeleço alguns contrastes entre ambos, baseados nas minhas próprias observações ao longo de quase 25 anos de experiência cristã:

1.       O discípulo segue de perto, o religioso acompanha à distância.
2.       O discípulo se doa voluntariamente, o religioso busca vantagens.
3.       O discípulo assume os riscos, o religioso foge dos riscos.
4.       O discípulo ama sacrificialmente, o religioso gosta.
5.       O discípulo abre mão de tudo pra seguir, o religioso agarra-se ao fútil.
6.       O discípulo faz uma positiva diferença em seu meio, o religioso é indiferente em qualquer meio.
7.       O discípulo não escolhe tarefas, o religioso só faz o que agrada.
8.       O discípulo sofre pelos outros, o religioso ocupa-se apenas consigo mesmo.
9.       O discípulo é verdadeiro, o religioso é dissimulado.
10.   O discípulo é humilde, o religioso é altivo.
11.   O discípulo paga o preço pra servir, o religioso só serve por um preço.
12.   O discípulo perdoa, o religioso contabiliza as falhas alheias.
13.   O discípulo prioriza o Reino, o religioso tem seu próprio reinado.
14.   O discípulo é obediente, o religioso é autoritário.
15.   O discípulo ajuda a carregar as cargas, o religioso quer cargos.
16.   O discípulo vive aprendendo, o religioso pensa saber tudo.
17.   O discípulo confia na justiça divina, o religioso é vingativo.
18.   O discípulo é “sim, sim e não, não”, o religioso é instável.
19.   O discípulo é amigo, o religioso é interesseiro.
20.   O discípulo é maleável, o religioso é inflexível.
21.   O discípulo busca a paz, o religioso adora uma contenda.
22.   O discípulo procura viver a Bíblia, o religioso tem uma Bíblia.
23.   O discípulo discerne, o religioso julga.
24.   O discípulo almeja, o religioso inveja.
25.   O discípulo espera ser exaltado, o religioso se exalta.
26.   O discípulo ama o anonimato, o religioso quer o estrelato.
27.   O discípulo se alegra com pouco, o religioso sempre quer mais.
28.   O discípulo serve, o religioso quer ser servido.
29.   O discípulo é perseverante, o religioso é inconstante.
30.   O discípulo é generoso, o religioso é mesquinho.
31.   O discípulo constrói pontes, o religioso levanta muros.
32.   O discípulo conquista, o religioso manipula.
33.   O discípulo ora com devoção, o religioso recita frases prontas.
34.   O discípulo faz, o religioso promete.
35.   O discípulo é autêntico, o religioso é hipócrita.
36.   O discípulo é paciente, o religioso é imediatista.
37.   O discípulo é “outrocêntrico”, o religioso é egocêntrico.
38.   O discípulo busca a santificação, o religioso busca a satisfação.
39.   O discípulo quer a vontade do Mestre, o religioso só faz o que quer.
40.   O discípulo compartilha o Evangelho, o religioso escandaliza o Evangelho.

É isso...

- pr Aécio -

terça-feira, 8 de novembro de 2011

MISSÕES - DA EUFORIA À FRUSTRAÇÃO

Em razão da proximidade da nossa Conferência Missionária tenho pensado quase que diuturnamente sobre assuntos relacionados a missões e , confesso, tenho sido tomado por um misto de euforia e frustração. Euforia por se tratar de um tema que há mais de duas décadas faz parte da minha vida, que realmente dá sentido e ânimo na minha caminhada – para mim, qualquer expressão de cristianismo sem o mínimo conteúdo missionário é como pastel sem recheio.

Quanto à frustração, se dá pela mórbida e intrigante certeza de que para a grande massa, a grande maioria, tudo vai continuar igual! Como gostaria que fosse diferente disto, que estivesse totalmente enganado! Mas tem sido assim e, pelo jeito, vai continuar assim por muito tempo! As igrejas e os crentes modernos são altamente resistentes a missões... É como se fosse uma grande conspiração contra a Suprema Tarefa da Igreja! Uma gigantesca conspiração, onde, sem muito esforço a gente pode observar muitos comportamentos nada missionários. Não sei quanto aos leitores, mas existem algumas coisas que vejo e que me incomodam, as quais passo a descrever a seguir.

Vejo movimentos “gospel” com cara de oba-oba inútil por aí abarrotados de gente disputando ingressos e lugares, mas não observo a mesma gana quando o assunto é missões!

Vejo os tais “encontros” bestas que levam milhares de crentes ao encontro de tudo que dão prazer imediato, porém, ineficazes e incapazes de leva-los a um encontro real com Deus e ao encontro daqueles que estarão pra sempre perdidos se não forem tocados por nossas orações, palavras e testemunho!

Vejo muitos programas, shows e demais atrações inúteis voltados para o mero entretenimento e diversão de crentes que deveriam se dedicar um pouco mais para clamar, chorar e gemer diante de Deus por aqueles que ainda estão debaixo do jugo de Satanás, dominados em culturas milenares, vítimas de costumes diabólicos , amarrados por tradições absurdas e enganados por religiões e filosofias hostis.

Vejo também tantos seminários banais que destilam repetecos de coisas ultrapassadas, muitas vezes disfarçadas em discursos novidadescos, rebuscados e maquiados pela utilização dos recursos de mídia.

Vejo um número crescente de pessoas metidas a entendidas de missões, “mauricinhos” e  “patricinhas” cheirando a biblioteca e a shopping center, metidos a experts em missões sem ter a mínima convicção, comprometimento e, o pior, sem a mínima experiência e preparo práticos em missões!
  
Vejo com pesar os burocratas e intelectuais desfilando nos Congressos requintados das estâncias e hotéis caríssimos, que gostam de posar pra fotos e vídeos que mais fazem propaganda deles mesmos do que das reais necessidades dos missionários e respectivos campos!

Vejo as muitas agências, instituições e organizações missionárias que mais parecem novas denominações ou extensões destas, que concentram renda e pessoas em bases e campos para “chover no molhado”, que não se ocupam em desbravar lugares inexplorados, que preferem se juntar a igrejas e grupos já estabelecidos em campos há muito evangelizados.

Vejo uma geração de pastores e líderes cegos de tudo, ou com visões paroquianas tão medíocres que reduzem o Reino a um 4X4 monótono, que alienam seus rebanhos das necessidades mundiais no que diz respeito aos povos ainda não alcançados, que reduzem a dinâmica do cristianismo a cultos, dízimos, ofertas e datas de calendário.

Aquele que vier a pensar que tudo o que escrevi até aqui é apenas o destilar de decepções e frustrações fique à vontade para usar deste direito, mas lembre-se que “o pior cego é aquele que não quer ver”.  -  pr Aécio